Avery, transferência de saberes, a luta pelos saberes, esse site/Blog

O instrumento de divulgação aqui iniciado, merece uma enciclopédia aberta como referência citada. Do wikipedia:

“Um corso, ou corsário, (do italiano corsaro, comandante de navio autorizado a atacar navios) era um pirata que, por missão ou carta de corso (ou “de marca”) de um governo, era autorizado a pilhar navios de outra nação (guerra de corso), aproveitando o fato de as transações comerciais basearem-se, na época, na transferência material das riquezas.”

Trocando em miúdos, O Corsário não é pirata, é uma parte do jogo, e toma com a devida autorização para tomar e, muitas vezes, redistribuir. A percepção dessa imagem do Corsário da Ciência, quando a criei mais de 10 anos atrás, era outra da que tenho hoje. Hoje, sou um ensaio de textos didáticos de ciência, com alguma interlocução com a sociedade, no que tange doenças humanas e ecologia. Porém, distante dos ruídos de tanta informação e tentativas (bem e mal-sucedidas) de divulgar ciência e lutar contra a desinformação nas redes. Aqui, serão os textos e você. E seus comentários se assim quiser. E silêncio na mente.

A inspiração para esse Avatar é a bandeira de Avery, Corsário uma geração antes dos mais famosos piratas, seja Barba Negra, Flint, Red Rackam ou Anne Bonny. Com ele, e sua caveira seguindo em frente e não encarando assustadoramente a quem assalta, nasceu a ideia de uma República Platônica Tropical, que inspirou os corsários que se seguiram. O vermelho, não do sangue, mas da energia, é parte essencial desse simbolismo.